Já foi voluntário?
Já doou um de seus orgãos?
Já doou um agasalho?
Já sorriu para alguém no trem, ônibus ou metrô e deu bom dia?
Já fez a diferença na vida de alguém, nem que por uma gentileza ao abrir uma porta?
Quantos corações você marcou?
E quantos você já magoou?
Quantas pessoas vão lembrar de você, diariamente, depois que não estiver mais aqui?
Como as pessoas vão se lembrar de você quando seu tempo acabar?
Você tem uma obra não concluída?
Você deixou alguém para concluí-la?
E se quando você se der conta e o tempo que você esperou e se preocupou em fazer tudo num futuro próximo, que nunca chegou, foi perdido. Você não deveria ter aproveitado o seu presente fazendo essas coisas?
Planos para quê?
Da letra de Epitáfio, a única resposta no momento para essas perguntas:
"Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer..."
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer..."